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Tópico: 10ª prova - Batalha II
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
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| Colocado: 12 Outubro 2008 às 14:18 | IP Registado
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Para que conste, aqui vai uma primeira nota sobre a próxima e penúltima prova do campeonato IHSV 2008. Será no dia 15 de Novembro no Euroindy ( Batalha ) às 11 horas. Será disputada nos 270 cc ( competição ) já nossos conhecidos e nos habituais moldes. Espera-nos o mestre Pragosa e as suas incontornáveis palestras e a todos que eventualmente o não conheçam, se pede que atendam às suas palavras que se mostrarão muito úteis. A lista provisória dos participantes será :
| Agra |
| Amorim |
| António Matos |
| Carlos Abril |
| Carlos
Lourenço |
| Cartucho |
| Filipe Neves |
| Filipe Nunes |
| João Gonçalves |
| Jorge Fonseca |
| Luis Fonseca |
| Luis Mealha |
| Luis Mello |
| Luis Moura |
| Nuno Moura |
| Pedro C.Santos |
| Pedro Fonseca |
| Rodrigo
Almeida |
| Rui Mealha |
Um abraço, António Matos
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
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| Colocado: 15 Outubro 2008 às 19:17 | IP Registado
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Quanto ao pelotão para esta prova, e após conversa com o amigo Pragosa, é de 20 o número máximo de participantes. Como podem ver, já estamos 19 à partida pelo que se agradece que se alguém prever não participar, o diga atempadamente para se tentar(em) outro(s) candidato(s), ok ? Um abraço, António
Editada por Garcia de Matos na 16 Outubro 2008 às 15:17
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
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| Colocado: 20 Outubro 2008 às 08:25 | IP Registado
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É com grande satisfação que se dá a conhecer a inscrição dum "velho" IHSVer de seu nome José Catarino para a prova da Batalha ! Está, pois, completo o pelotão. Para quem não o conhece, o Catarino é um jovem piloto com um invejável palmarés, mas, acima de tudo, com uma boa disposição contagiante e um comportamento em pista à prova de qualquer reparo. Tive com ele, no passado, lutas memoráveis e, cada vez que ele me ultrapassava, ficava sempre a pensar como tinha ele sido capaz de executar esta ou aquela manobra de maneira tão exímia .... O último "duelo" que travámos foi numa prova em Fátima e o climax foi atingido na subida que termina bem lá ao alto naquela direita que antecede a recta, que foi toda ela ( a subida ) feita lado a lado a ligeiríssimos milímetros um do outro, com curvas à esquerda, curvas à direita, ésses, e sem haver qualquer toque ( impressionante !) e que, finalmente, acabou com uma vantagem que me foi favorável mas nem por isso que me fizesse esquecer "a loucura". Pois que seja bem vindo e que possamos contar consigo não só nesta prova mas em muitas outras que se seguirão. Um abraço, António Matos
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pedrosantosslb Rookie


Data de adesão: 16 Dezembro 2007 País: Portugal Mensagens: 30
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| Colocado: 26 Outubro 2008 às 16:26 | IP Registado
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Caro Matos,
estive ontem na Batalha numa prova do Grupo Desportivo do BPI e vim de lá com uma ideia (que não é novidade nenhuma) de podermos fazer uma manga em sentido inverso e com partido lançada. Já tinha feito a pista nesse sentido este ano no trofeu Euroindy e achei muito interessante.
Acho que esta discussão já surgiu no passado mas podiamos colocar a mesma à consideração do todo o pelotão. O que lhe parece?
Abraços a todos
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
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| Colocado: 26 Outubro 2008 às 18:36 | IP Registado
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Caro Pedro, Antes de mais o meu obrigado pela sua sugestão. A função dum organizador é, em minha opinião, a de proporcionar a mais adequada preparação de cada uma das provas de modo a que as mesmas se processem dentro dos mais agradáveis padrões de convívio desportivo e que, no fim, aos olhos dos participantes, tudo aconteça tranquilamente e sem motivos de reclamação. Para que as coisas se passem assim, porém, é necessário que tenham sido pensadas e ponderadas nos diversos pontos de vista - exequibilidade, oportunidade, segurança, acordo de todos os participantes e do próprio kartódromo, legalidade etc. Relativamente à sua proposta, ela será exiquível, será oportuna, poderá vir a ser aprovada pelos outros participantes, mas lamento dizer que enferma de 2 argumentos eliminatórios : não acautela a segurança e está fora do prescrito no nosso regulamento. Não acautela a segurança - pessoalmente nunca fiz uma partida lançada mas, do que tenho lido, esta manobra não é somente pôr os pilotos a "tomar balanço" durante uma volta e "soltá-los" mais tarde perto da meta para o "seja o que Deus quiser". É muito mais do que isso e requer treino e saber. Não sendo esse o estado da arte no seio do nosso pelotão, terei que rejeitar a ideia ; Não acautela a legalidade - temos um regulamento que no seu artigo 1º - generalidades, no ponto 1.6, diz : A
organização reserva-se o direito de alterar o presente regulamento durante o
troféu.
Qualquer
alteração terá de ser efectuada no mínimo até 30 dias antes da prova seguinte e
comunicada a todos os pilotos que tenham realizado provas até essa data. o que leva, igualmente, à rejeição da medida. Caro Pedro, se outros argumentos falhassem, estes são suficientes para que a organização se remeta à sempre ingrata mas firme posição de salvaguarda destas "pequenas nuances" ficando, no entanto, disponível para falar com quem sabe para eventual introdução do sistema ( partida lançada ) no campeonato 2009. Concorda ? Um abraço, António Matos
Editada por Garcia de Matos na 26 Outubro 2008 às 18:38
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LSMello Organizador activo

In Hoc Signo Vinces / Ormei / CÁGADO
Data de adesão: 15 Novembro 2004 País: Portugal Mensagens: 482
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| Colocado: 26 Outubro 2008 às 22:31 | IP Registado
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No meu entender, a partida lançada, é muito mais segura que uma partida parada. É apenas indispensável para tal um conjunto de comissários treinados.
Os pilotos não precisam perceber nada da poda, têm só de seguir as instruções.
A razão pq as fazem na Batalha qdo correm com o circuito invertido é pq a 1ª curva poderia ser perigosa com uma partida parada.
Nunca vi sangue nos muros - pelos menos a 1ª volta.
Mas concordo que este tipo de novidade só é viável se apresentado com antecedência e submetido à discussão prévia, nos prazos definidos pela constituição.
Abraços,
Luís.
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
Estado:
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| Colocado: 27 Outubro 2008 às 02:51 | IP Registado
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Vai continuar a falar a voz da ignorância mas como ela ( a ignorância ) é atrevida, limito-me a questionar em que situação e porquê, a 1ª curva é mais perigosa aquando duma partida parada em oposição a uma outra lançada ? Num entendimento meramente intuitivo, para mim é precisamente ao contrário pois a velocidade de abordagem dessa curva é feita em maior velocidade e à molhada na mesma. Nesse sentido é que falei que é preciso saber e estar minimamente prático pois há regras a cumprir ! E, em abono da verdade, o kartódromo também tem que sinalizar na pista 2 corredores de alinhamento dos karts para o perfeito cumprimento do método. E ainda são precisos os tais comissários treinados. Se atendermos a que as 2ª mangas têm a grelha invertida, parece-me extremamente potenciado o perigo. Enfim, parece-me pertinente a toma dos caldos de galinha aconselhados pois não se torna necessário ensanguentar os muros para se provar o periclitante da situação ! Com tudo isto não me estou a pôr de parte a experimentar essa nova ( para nós ) modalidade das partidas ! Estou apenas a levantar as questões que me parecem oportunas. António Matos
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LSMello Organizador activo

In Hoc Signo Vinces / Ormei / CÁGADO
Data de adesão: 15 Novembro 2004 País: Portugal Mensagens: 482
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| Colocado: 27 Outubro 2008 às 09:11 | IP Registado
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Respondendo à 1ª parte da pergunta, ie, pq é que é menos perigoso com os karts lançados:
Num partida lançada o espaço entre os karts é inevitavelmente maior, vindo os mesmos com uma velocidade estabilizada. Na Batalha é praticamente impossível, no pequeno espaço entre a linha de meta e a 1ª curva, haver um kart de uma fila de trás a imiscuir-se na luta da fila da frente. Para um kart nesse sentido tentar a ultrapassagem antes da 1ª curva, tem de já estar devidamente posicionado no fim da subida. Se o Pragosa ou 'sus muchachos' virem que há karts que não mantiveram a distância, pura e simplesmente não dão a bandeira de partida e lá vamos nós para mais uma voltinha. Se um piloto de trás ganhar posição antes da meta, pode ter a certeza que vai dar uma passagemzinha pelas boxes (eles verificam-no no sistema de cronometragem).
Agora pensa na partida parada, com o cricuito invertido. A distância e o formato da 1ª e 2ª curva são mto parecidos com o Campera, com a agravante de haver um muro do lado de fora da 1ª curva. A partida seria a subir. Tens alguma dúvida que chegavam todos os karts ao molho à 1ª curva ?...
Ainda tens alguma dúvida que a partida lançada, feita por comissários que saibam, é mto menos perigosa ?
Se tens, pf, daqui a 2 semanas pergunta ao Pragosa, pq é que no sentido invertido ele se recusa a fazer partidas não lançadas. O Pragosa pode ter mtos defeitos, mas burro não é.
Depois de experimentares, vais ver como se desvanecem as tuas dúvidas.
Ah, já agora, para que não penses que é meramente para poupar embraiagens, até te digo que eles têm um grelha desenhada noutro ponto do circuito, destinada a ser usada no sentido inverso (que talvez usem com os teco-tecos) mas que com os karts a sério não usam.
Abraços,
Luís.
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Garcia de Matos Organizador

In Hoc Signo Vinces
Data de adesão: 28 Outubro 2007 País: Portugal Mensagens: 777
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| Colocado: 27 Outubro 2008 às 10:06 | IP Registado
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Contrariamente ao que possas pensar, estou quase convencido da bondade das tuas palavras no entanto, espero para ver  , além do mais porque eu não duvido dos comissários ! Eu duvido é do ímpeto dos pilotos !! Com certeza que nas tuas estatísticas já te debruçaste no número de narizes saltados por corrida em Fátima. Como sabes, como todos sabemos, eles voam a um pequeno toque e os pilotos sabem que vão ter que parar e arruinar definitivamente as suas corridas, certo ? No entanto eles continuam a voar ....
Dizias tu ( a propósito das minhas eventuais dúvidas ):
Se tens, pf, daqui a 2 semanas pergunta ao Pragosa, pq é que no sentido
invertido ele se recusa a fazer partidas não lançadas. O Pragosa pode
ter mtos defeitos, mas burro não é.
Entretanto dizia eu ao Pragosa ( em 26/10/2008 ):
..... a verdade é que tenho o meu Amigo como uma das pessoas a quem confiro o
estatuto de sabedor para a si me dirigir a tentar esclarecer as dúvidas
que assaltam um organizador na tentativa de proporcionar ao grupo as
mais agradáveis condições nas provas que realiza, incluindo a inovação.
Posto isto,e nunca tendo eu feito uma corrida com partida lançada, fui
questionado sobre a eventualidade de adoptar futuramente esse
procedimento nas nossas provas. A
ignorância é muito atrevida e rejeitei essa ideia pelo simples facto de
considerar que a esse procedimento se associa uma logística e um treino
específico para obviar a qualquer problema de segurança que possa
acontecer.Pergunto : é aceitável esta minha preocupação ?
Perante a assumpção de que considero a opinião do Pragosa como válida , aguardo um qualquer comentário dele para depois fundamentar melhor a minha opinião. Entretanto agradeço-te a descrição técnica da arte de bem arrancar lançado e espero que seja mais eficiente do que a mestria na chuva de pilotos que conheço que ao pôrem a teoria em prática só não mancharam os muros de sangue porque aqueles estavam muito longe das trajectórias mirabolantes que arranjaram    Pega lá mais um abraço, António
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pedrosantosslb Rookie


Data de adesão: 16 Dezembro 2007 País: Portugal Mensagens: 30
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| Colocado: 27 Outubro 2008 às 10:16 | IP Registado
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Bons dias caros pilotaços,
coloquei este assunto à discussão na medida em que achei deveras interessante não só a inversão de sentido mas principalmente a partida lançada. É uma hipotese que podemos ponderar com calma e tempo para 2009.
Claro que concordo com o António na questão dos regulamentos e de facto a posição de organizador nestes casos é ingrata, mas permita-me discordar quanto à questão da segurança.
É verdade que apenas por duas vezes "vivi" a experiência da partida lançada e apenas uma na 1ª pessoa, mas não me parece (e aqui com o devido desconto face à minha pouca experiência kartista) que potencie o perigo.
Aliás tal como referido pelo LSM também me parece menos perigosa a partida lançada quando se opta pela inversão de sentido.
Fica a sugestão e o debate para os próximos tempos.
Obrigado
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